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segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

As crianças precisam de ficar em casa quando estão doentes?

Nesta altura do ano é muito frequente as crianças ficarem doentes, principalmente com as famosas "viroses".
Quando isso acontece, têm que ficar em casa?
Foi esse o tema que escolhi para o meu artigo deste mês do site da revista Visão. Se não o leu, pode fazê-lo clicando aqui.

sábado, 26 de novembro de 2016

Dúvidas dos espectadores

Na passada sexta-feira estive na rubrica "Os Doutores", do programa Queridas Manhãs da SIC.
Falámos sobre algumas dúvidas colocadas pelos espectadores, nomeadamente:
- Diabetes - o que é e como se trata?
- Desparasitação - ainda vale a pena tomar o remédio das lombrigas?
- Dor de barriga - será a menstruação?
Se não viu, pode consultar o vídeo clicando aqui.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Amanhã vou estar n'Os Doutores

Tal como escrevi no meu último post, amanhã inicio uma nova participação no programa "Queridas Manhãs" da SIC, na rubrica "Os Doutores". 
Vamos falar sobre algumas das dúvidas colocadas pelos espectadores do programa, portanto não perca e participe na conversa!

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Fim do "meu" Consultório Pediátrico nas "Queridas Manhãs" da SIC

Por motivos de reestruturação dos conteúdos das "Queridas Manhãs" da SIC, a minha participação na última segunda-feira de cada mês vai deixar de acontecer.
No entanto, vou continuar a colaborar no programa, mas na rubrica "Os Doutores", que acontece todas as sextas-feiras. Não será todas as semanas (será algo com um cariz mais "pontual"), pois estará sempre dependente dos temas a abordar em cada programa, mas quando acontecer divulgarei antecipadamente no blogue, como sempre faço.
A primeira participação vai ser já na próxima sexta-feira, dia 25.
Não perca!

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Crianças só têm 63 minutos por dia para poder brincar ao ar livre

No mês passado saiu no Diário de Notícias um artigo sobre a importância das crianças brincarem ao ar livre.
Trata-se de um tema muito interessante e extremamente actual, com imensas repercussões no desenvolvimento dos mais pequenos. Se não o leu, pode fazê-lo clicando aqui.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Manifesto a favor das refeições em família

É uma realidade indiscutível que o tempo passa sempre a correr, pelo que importa termos momentos no nosso dia-a-dia em que consigamos usufruir dele de forma mais tranquila. Nem tudo tem que ser feito "depressa e à pressa" e as refeições devem ter esse papel "calmante", pois devem ser tranquilas e servir como um momento de partilha entre os membros da família.
Este foi o tema que escolhi para o meu artigo deste mês para o site da revista Visão. Se não o leu, pode fazê-lo clicando aqui.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

É boa ideia deixar os filhos na casa dos avós para os pais poderem sair um pouco?

Sim, pode ser.
Claro que é sempre uma decisão dos pais, que tem muitas “subjectividades”, mas não existe propriamente nenhum problema em fazer isso. Pelo contrário, pode até ter algumas vantagens, quer para a criança, quer para os pais, pelo que importa pensar um pouco sobre a melhor forma de fazê-lo, nomeadamente e relação à idade da criança e ao modo de actuar perante a distância.

A partir de que idade é que se deve começar a fazê-lo?
Não existe propriamente regra, mas é importante ter alguns aspectos em consideração.
O primeiro tem a ver com a necessidade de segurança que todas as crianças precisam.  Isso traduz-se, obviamente, no seu desenvolvimento e há alguns marcos que podem influenciar a decisão de os deixar ficar ou não, tais como:

  • nos primeiros meses pode ser difícil, principalmente se a mãe estiver a amamentar, pela necessidade de proximidade física
  • os bebés começam a estranhar a partir dos 5-6 meses – até essa altura não estranham e, portanto, é mais fácil ficarem com pessoas que não sejam os pais
  • a ansiedade de separação (dificuldade em separar-se dos pais) torna-se mais evidente a partir dos 18 meses - pode dificultar um pouco este tipo de situação
  • até aos 2 anos as crianças precisam de contacto físico para se sentirem seguras – como não falam até essa idade, não conseguem verbalizar bem o que sentem e acabam por precisar mais do contacto físico


Assim, provavelmente a partir dos 4 meses pode ser uma opção deixar de vez em quando os filhos com os avós, embora volto a dizer que é uma questão muito pessoal. No início pode ser por pouco tempo (1 almoço, por exemplo) e depois vai-se aumentando progressivamente (1 jantar, 1 ida ao cinema, 1 noite, …).
De qualquer forma, importa também reforçar a ideia de que esta opção deve ser uma excepção e não a regra, pois apesar dos avós serem extremamente importantes, devem ser os pais a ficar responsáveis pela educação e acompanhamento dos filhos, salvo algumas excepções.

"Dia Nacional da Segurança Infantil"

Esta é uma petição organizada pela APSI (Associação para a Promoção da Segurança Infantil), uma organização extraordinária e que tem feito um trabalho notável em relação à promoção da segurança em Portugal.
Tem como objectivo propor a criação de um "Dia Nacional da Segurança Infantil", algo que, na minha opinião, faria todo o sentido. Assim, se puder ajudar e assinar esta petição, agradecia imenso.
Veja abaixo o comunicado da APSI na íntegra.

«Com o mote “EU OLHO, TU OLHAS, NÓS OLHAMOS”, a APSI tem a decorrer uma petição com o objetivo de instituir o ‘Dia Nacional da Segurança Infantil’.
E estabelecemos como meta alcançar as 4.000 assinaturas até ao fim do mês de novembro. Se conseguirmos atingir este número a petição será apreciada diretamente em Plenário da Assembleia da República.
Faltam apenas 400 assinaturas! Estamos certos de que o seu apoio pode contribuir de forma significativa para esta causa.
Hoje, os acidentes ainda constituem a maior causa de morte nas crianças e jovens em Portugal. 
Para além do sofrimento da vítima e da sua família, são enormes os custos sociais e económicos que os acidentes representam.
80% destes acidentes podem ser evitados com a implementação de medidas de prevenção.
Há mais de 20 anos que a APSI trabalha para diminuir o número e a gravidade destes acidentes assim como as suas consequências para as crianças e jovens em Portugal.
O nosso objetivo é dar maior visibilidade a este problema, dedicar-lhe um dia inteiro, anualmente, para que todos se lembrem da sua existência, para mais facilmente divulgar, sensibilizar, educar e intervir.
Um pequeno passo pode levar-nos mais longe.
Participe ativamente na segurança das crianças e ajude-nos a instituir o Dia Nacional da Segurança Infantil.
Porque há assuntos demasiado sérios para brincar, esta é uma responsabilidade de todos.
Divulgue e assine a petição em http://peticaopublica.com/psign.aspx?pi=dseginf.
A APSI agradece a sua colaboração.»