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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Qual é o tempo máximo que um bebé pode estar na babycoque?

Esta é uma dúvida comum a muitos pais e que tem uma diversidade de respostas impressionante, pelo que acho que vale a pena esclarecê-la.
Eu já ouvi de tudo, desde 30 minutos até 3 horas e, sinceramente, não fiquei convencido com nenhuma delas. A questão é que não existe evidência científica nenhuma para responder a esta questão, o que faz com que tudo o que se possa dizer está sujeito (e bem sujeito) a não ser verdade.
Quando me fazem esta pergunta, a minha resposta (meio a brincar, meio a serio), é só uma: o tempo máximo que os bebés podem passar na babycoque é exactamente aquele que vai entre o momento em que o colocam e quando ele começa a chorar. Isto porque os bebés são muito "honestos" e não fazem de conta que "está tudo bem". Assim, se eles estiverem desconfortáveis e algo os estiver a incomodar eles choram, os pais acabam por pegar neles e fica tudo resolvido.
Deste modo, gostaria de reforçar a ideia de que não existe propriamente tempo máximo, porque não está provado que a babycoque faça mal à coluna ou a outra coisa qualquer. Se o bebé não estiver bem vai resmungar e nessa altura acaba por sair. E assim se resolve o problema...

7 comentários:

  1. Boa tarde, Dr Hugo.
    Envio esta mensagem, porque ando preocupada a minha bebe de 7 meses, anda com tosse desde março, já tomou inalações de ventilan,depois foi vista novamente pelo pediatra que mandou fazer inalações de ventilan e atrovent, foi vista novamente e continuou com as inalações e tomou também uma caixa de singulair, a medicação terminou mas ela continua com tosse e eu sinto os gatinhos no peito dela, não sei o que fazer. muito obrigado por tudo. agradeço um conselho.
    Elsa Alves

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    1. Bom dia,

      Uma vez que o quadro é tão arrastado (desde Março), penso que será difícil ajudá-la assim à distância, até porque já fez várias medicações sem grande sucesso, pelo que percebi. Penso que é fundamental auscultá-la e, eventualmente, ponderar fazer uma radiografia para perceber se está tudo bem, mas mais do que isto é difícil dizer sem a ver.
      Cumprimentos e as melhoras

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  2. Boa noite Dr. Hugo.

    Sou aluno da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e interesso-me bastante pelo mundo da Pediatria (é a área em que pretendo especializar-me).
    Acompanho o seu blogue há bastante tempo e nos tempos de mais aperto nos estudos passava por cá para tirar algumas dúvidas, sem no entanto comentar. Hoje, já com a disciplina feita, surgiu-me esta questão num jantar com colegas do secundário que tinham sido pais há relativamente pouco tempo e que me colocaram uma questão acerca do baycoque/plagiocefalia posicional porque achavam que o crânio da menina se apresentava um pouco diferente e, apesar dos esforços no posicionamento da cama, não tinham tanto cuidado com o babycoque porque a menina parava de chorar quando a punham lá, podendo passar bastante tempo lá... Enquanto futuro médico observei e achei que estava tudo bem, mas fiquei com a pulga atrás da orelha e decidi pesquisar sobre o tema nos meus apontamentos de Pediatria e na Internet onde relembrei este post que escreveu.

    Tal como o Doutor, já tive várias conversas (e opiniões) acerca do tempo no babycoque, sendo que, tal como você, não obtive uma opinião generalizada. Na sua opinião, a permanência no babycoque é um factor de risco para desenvolvimento de plagiocefalia posicional? Se assim for é correcto mantermos a ideia de que o RN/lactente deve estar o tempo que desejar no babycoque? Deve haver algum ajuste quanto ao posicionamento da criança?

    Para descanso dos pais, acalmei-os e disse que o crânio da menina se apresentava normal, sem desvios, mas que se continuarem preocupados, exporem ao Pediatra a situação na próxima consulta. Até lá, reforcei os ensinamentos acerca da plagiocefalia posicional que aprendi, mas gostava de saber um pouco mais para os poder tranquilizar a 100% acerca do babycoque!

    Com os melhores cumprimentos,
    Luís Marco

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    1. Bom dia,

      Pois, esta é uma área em que não há grandes recomendações formais, mas não me parece que a babycoqque seja um verdadeiro factor de risco para a plagiocefalia, exceto se passar muitas horas lá (mesmo assim será uma plagiocefalia posicional). Acho que tomaste a atitude certa, com as recomendações da plagiocefalia posicional e, para já não faria nada de diferente. Especificamente em relação à babycoque, o ideal é que eles não tenham pressam em tirar o redutor (há modelos que têm um redutor amovível) e só o façam quando o bebé ficar "apertado".
      Espero ter ajudado.
      Cumprimentos e felicidades

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  3. Meu filho Hugo está com uma febre
    De 39,4graus tem 2 anos já tomou medicamentos no hospital e nada de passar isso faz 3 horas
    Até agora nada

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  4. A febre está só aumentando devo me
    Preocupa ?
    Mesmo ele já tendo tomado medicamentos ...

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  5. A febre está só aumentando devo me
    Preocupa ?
    Mesmo ele já tendo tomado medicamentos ...

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