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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Com que idade é que o meu filho pode... ?

Este foi o tema da minha rubrica no programa "Queridas Manhãs" deste mês e abordamos uma série de assuntos diversos, tais como:
- Com que idade é que o meu filho pode...

  • Andar de avião?
  • Ir à praia?
  • Começar a lavar os dentes?
  • Ir ao dentista?
  • Fazer análises de rotina?
Se não viu, pode fazê-lo no seguinte link:



terça-feira, 29 de dezembro de 2015

As crianças devem aprender a ler no ensino pré-escolar?

Este é um tema muito "quente" e que levanta grandes discussões e, para o qual, as respostas dividem-se bastante.
Com base num estudo americano que revela que cada vez as crianças aprendem a ler mais cedo, saiu no dia 23 de Dezembro um artigo no "Diário de Notícias" sobre este assunto e para o qual eu também colaborei.
Se não o leu, pode fazê-lo no seguinte link:




sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

O que significa intercalar os medicamentos para a febre?

Intercalar os medicamentos para a febre (paracetamol com ibuprofeno) é uma prática muito comum e que, precisamente por esse motivo, merece ser analisada.
Primeiro, importa perceber como o fazer. De um modo geral, o primeiro medicamento a utilizar para a febre é o paracetamol, que pode ser dado com intervalos de 6 horas ou mais entre tomas. Isto significa que se a criança fizer febre com intervalos menores do que 6 horas é preciso recorrer a uma alternativa. Geralmente utiliza-se o ibuprofeno (para bebés e crianças com mais de 6 meses de idade), que pode ser administrado com intervalos de 8 horas entre tomas. Posto isto, o que se costuma fazer é intercalar estes dois medicamentos a cada 4 horas (sempre em SOS, ou seja, quando a crianças fizer febre), de forma a permitir uma melhor cobertura do dia da criança. Na prática, o intervalo entre duas tomas do mesmo medicamento é de 8 horas, o que faz com que se cumpra o intervalo de segurança recomendado (exemplo: dá primeiro o paracetamol, passadas 4 horas o ibuprofeno, passadas outras 4 horas novamente o paracteamol, ao fim de outras 4 horas o ibuprofeno e assim por diante).
Por fim, importa esclarecer se vale a pena fazê-lo. A maioria dos estudos não demonstra grande benefício neste procedimento, mas também não tem grande inconveniente fazê-lo e, assim, acaba por ser possível controlar a maior parte das situações de febre, o que alivia o desconforto das crianças e também (um pouco) a angústia dos pais.

A próxima segunda-feira é a última do mês

O mês de Dezembro está a chegar ao fim e a próxima segunda-feira é já a última do mês.
Por esse motivo vou estar, como habitualmente, no programa "Queridas Manhãs" da SIC.
Qual será o tema desta vez?
Não perca!


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL!

Desejo a todos os leitores deste blogue um óptimo Natal, recheado de sorrisos e muita Felicidade!




Para um Natal mais seguro...

Aqui ficam algumas sugestões da APSI para ter e proporcionar um Natal mais seguro às suas crianças.
De uma vista de olhos e aproveite para corrigir alguma situação que não esteja adequada.



segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

A partir de que idade é que as crianças podem beber leite de vaca?

Hoje em dia existem recomendações das principais sociedades científicas sobre a introdução do leite de vaca ("de pacote") na alimentação das crianças, pelo que a resposta a esta questão acaba por ser mais ou menos clara.
Introduzir esse tipo de leite antes dos 12 meses de idade é neste momento considerado errado, pelo que é algo completamente desaconselhado.
A partir daí é permitido, embora o ideal seja manter o leite materno ou então um leite adaptado ("em pó") até aos 3 anos, uma vez que é um período em que ocorre um grande crescimento e desenvolvimento das crianças. As principais vantagens do leite adaptado relativamente ao leite de vaca são as seguintes:
- tem menos proteínas
- as proteínas que tem são mais adequadas ao crescimento das crianças
- é suplementado em ferro
Apesar de não ser o ideal, se mesmo assim a opção for a de introduzir o leite de vaca, deve-se preferir um leite gordo até cerca dos 2 anos e depois passar para um leite meio gordo.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

O meu filho anda com os pés para dentro - é normal?

É muito frequente as crianças pequenas andarem com os pés "metidos para dentro" e, na maior parte das vezes, isso deve-se apenas a uma postura incorrecta quando se sentam.
Geralmente as crianças sentam-se com as pernas voltadas para trás, como se formassem um "W" (ver figura ao lado) e isso faz com que as pernas rodem para dentro, o que se reflecte nesse andar característico.
A solução é muito simples e passa apenas por ensiná-las a sentar-se com as pernas cruzadas à frente ("à chinês"), de forma a evitar essa rotação interna das coxas. Não é uma posição de que as crianças pequenas gostem muito, mas depois de insistir um pouco elas acabam por aceitar.
Salvo raras excepções, é uma situação que não precisa de nenhum tratamento especial, sejam palmilhas, fisioterapia ou sapatos ortopédicos e tem tendência a resolver completamente com o tempo.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Algumas reflexões sobre o Natal...

Nesta altura do ano há sempre um reforço dos ideais da Família e isso é algo que tem obrigatoriamente que ser aproveitado. É por esse motivo que faz sentido parar um pouco e pensar como é que podemos usufruir ainda melhor do Natal e, mais importante, como é que podemos estender essa "onda positiva" para todos os outros dias.
Aqui ficam alguns pontos de reflexão que me parecem importantes.

  1. Explique o verdadeiro sentido do Natal aos seus filhos desde que são pequenos - o Natal não é a festa dos presentes, mas sim a festa da Família!
  2. Tente passar mais tempo em família - não deve ser só no Natal, mas nesta altura acho que faz ainda mais sentido. Isto implica desligar televisões, telemóveis e tablets e sentar-se no chão com os filhos a brincar com as regras deles. É algo que deve ser feito sempre e que é imprescindível para o desenvolvimento e segurança das crianças.
  3. Habitue os seus filhos a dar e partilhar - nesta altura do ano há imensas campanhas de recolhas de bens e é óptimo que eles percebam que é importante dar um pouco do que temos. Faz sentido juntar alguns brinquedos que já não usam e dar a famílias carenciadas, para ajudar outras crianças a ter um Natal mais feliz. Um aspecto muito importante é que brinquedos que não funcionam ou estão estragados não devem ser oferecidos. Isto é uma mensagem muito pedagógica que tem que ser passada, pois só se deve oferecer o que está em bom estado!
  4. Não exagere no número de presentes dados às crianças - é preciso que elas percebam que não se pode ter tudo o que se deseja, pelo que convém limitar o número de presentes a oferecer. Acho que se deve ir de encontro às suas vontades, sempre que possível, mas tentar dosear o entusiasmo e colocar alguns limites "razoáveis". Apesar do Natal ser um dia especial, convém que espelhe também um pouco da realidade que se vive durante o ano.
  5. Se os filhos forem grandinhos, pode arranjar forma de lhes oferecer algum dinheiro (pouco) como recompensa de algo que eles tenham feito bem e ir com eles comprar alguma coisa para eles com o seu próprio dinheiro. Assim eles vão perceber que é caro comprar brinquedos e vão conseguir interiorizar a mensagem de que é preciso gerir os seus pedidos.
  6. Ofereça presentes para usufruir em família - é fundamental que os presentes não sirvam para alimentar o isolamento das crianças, mas sim para criar momentos de diversão em família, que tenham como objectivo partilhar interesses, sorrisos e afectos.

Muito mais haveria a acrescentar, mas estas são algumas ideias que me parecem importantes...
Feliz Natal!